Baby im not like the rest [...] i don't wanna break your heart.
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If you wanna be with me, baby there's a price to pay, I'm a genie in a bottle, you gotta rub me the right way, if you wanna be with me, I can make your wish come true, you gotta make a big impression, I gotta like what you do. Gonna get rowdy, gonna get a little unruly, get it fired up in a hurry
Wanna get dirty, it's about time that I came to start the party, sweat drippin' over my body, dancin', gettin' just a little naughty, wanna get dirty, it's about time for my arrival. I am beautiful, no matter what they say, yes, words won't bring us down.
theme by a-drenalina; motherfuckers copy.

I wanna be drunk when I wake up | Veed

r-reedmont:

Reed tinha se mantido quieto durante um longo tempo. Pessoas que o conheciam vinham a lhe tratar de negócios. Nada demais para ele que já estava acostumado com aquilo. Não importava aonde ele fosse, ou o quanto ele desejasse o oposto. Uma boa parte da cidade sabia que ele era e o que ele fazia. É claro que era bom para ele ter novos clientes, ou coisa parecida. Mas ele só queria uma noite de paz, num lugar calmo. Ele já tinha conversado com um número desagradável de pessoas, e já estava pelo visto no seu quinto copo de Whisky. Ele olhava em volta pelo bar completamente desinteressado. A música ia tocando e o ritmo de seus pensamentos a seguiam, ele procurava os detalhes do lugar, só para ter algo a fazer. Ele gostava até de perder um pouco de seu tempo só para observar, não olhar. Olhar somente era um ato fútil, pura perda de tempo. Já observar fazia sentido. Memorizar, um lugar em seu todo, saber quando tem algo fora de lugar. Antigamente isso seria algo bom para uma guerra ou algo parecido, agora, isso não parecia mais tão vital. Só parecia mais um hábito, um hobbie. Algo para matar o tempo, uma desculpa para não se levantar e ir para casa. 

A música terminara, e ele olhou em direção ao palco, observou Vivian sair de lá e andar na direção dele, ele terminou de beber de seu copo e ao momento que ela o alcançou o copo já estava vazio, ele acenou para um garçom e se virou novamente para cumprimentar em resposta a loira. — Não tanto quanto eu estou surpreso. — Ele disse apoiando o braço na mesa, o garçom viera e encheu o copo de Reedmont, fazendo um sinal com a mão para que ele se mantivesse lá. Ele tomou um pequeno gole, só para molhar um pouco a boca e se dirigiu para a sereia. — Vai querer beber algo, ou vai ter que voltar para lá? — Ele não precisa de aceno para se referir ao palco, isso estava óbvio, e Vivian entenderia aquilo. 

Quando Reed se prontificou e pediu a sua bebida ao garçom, ela aproveitou para pedir o cardápio, que logo foi trazido, o homem o deixou e saiu afim de não atrapalhar qualquer interação entre Vivian e Reed. Enquanto dava uma olhava por cima do cardápio das bebidas, Vivian olhou para Reed e colocou um breve sorriso no rosto, claro, um belo disfarce, ou talvez péssimo pois nunca fora de sorrir muito. Vivian quando machucava se esquecia de que não precisava fazer nada para as pessoas acharem que ela estava bem pois sempre era a mal humorada e sem querer acabava atuando e saindo muito mal. — Na verdade não. — Falou um pouco seca. — Me admira você ter passado o show todo aqui, sozinho. — Falou olhando para o cardápio. O garçom logo voltou e Vivian pediu uma taça do melhor vinho da casa, talvez não fosse apropriado, mas estava afim.

Mas por falar em sozinho… — Ela deu uma pausa e sussurrou um “obrigada” quando o garçom chegou com a sua taça de vinho, logo molhou sua boca com o líquido o degustando, realmente era um dos melhores vinhos que já havia tomado, Vivian sabia reconhecer muito bem um vinho bom, ou qualquer bebida boa. — Cadê a Melissa? — Arqueou a sobrancelha. — Eu não a vejo desde a guerra. — Engoliu seco quando pronunciou o nome do tal evento que fez uma grande desgraça. — Só soube que vocês estavam juntos porque ela veio até mim, dando lição de moral, que pena. — Deu um sorrisinho irônico o encarando e depois abriu ainda mais o sorriso. Se lembrou da forma como tratou a Melissa, realmente gostava da menina, mas era incrível a sua maturidade e para ser sincera, Vivian não sabia como Reed, um traficante adulto tinha se apaixonado por ela, mas vai entender, Vivian, a primeira das sereias tinha se apaixonado por Josh Lyons né, o sujo falando do mal lavado. 

Olhou para o palco onde os outros músicos tiravam seus instrumentos e voltou a sua direção a Reed. — Espero que você não tenha prestado muita atenção. — Disse normalmente, sem expressar nada. Estranho Vivian não querendo atenção. — Achei que ninguém conhecido viesse aqui. Achei errado. — Deu um sorrisinho irônico. Provavelmente porque seu repertório estava melodramático e não queria que ninguém visse sua fragilidade, mas assim que terminou a primeira música viu que Reed já estava lá, ou seja, não tinha escapado da farsa de tentar mostrar seu bom estado. 


Perfect. 


I wanna be drunk when I wake up | Veed

r-reedmont:

Reed já estava entediado demais, odiava não ter o que fazer, principalmente dentro de sua própria casa. Isso era uma situação ridícula. Ele subiu as escadas para o quarto a fim de vestir algo. Ele não se importava de estar só de calças de moletom, mas bem onde ele pretendia ir ele deveria se vestir feito gente. Pegou as primeiras coisas que viu no armário e calçou seus sapatos, descendo as escadas pegando as chaves do Jeep na bancada da copa. Era estranho não ter a irmã mais naquele lugar. As coisas se mantinham em seus devidos lugares, e Reedmont não havia se acostumado com isso ainda. Não, ele não sentia saudades de Astoria, nem um pouco. Mas ainda assim não havia se acostumado com a saída dela. Desde aquele dia ele mal ficara em casa, só o dia atual que fora a exceção, estava arrependido de ter tirado o dia para “descansar”. Ideia estúpida. O loiro entrou em seu carro dando a partida logo em seguida, dirigia sem pressa até ver um bar que lhe chamara a atenção. 

Estacionou o carro lá perto e entrou sem hesitar, não havia prestado muita atenção no lugar já tinha se dirigido ao balcão onde as bebidas eram servidas, depois de fazer seu pedido ele se virou e observou o palco que havia no lugar. Era…? Sim, era. Vivian, estava lá, e cantando ainda por cima. Realmente era uma cidade muito pequena, porque ele que pensava que indo naquele bar não encontraria nenhum conhecido, vê a primeira das sereias por lá. Seu copo lhe foi entregue e o loiro saiu de perto da bancada, indo se sentar mais próximo do palco, não muito. Estava na metade do caminho entre o palco e onde se encontrava anteriormente, ele bebia com calma. Provavelmente iria passar bastante tempo naquele, lugar. Não tinha certeza de nada disso. Reed era desse jeito, calmo e sempre sem certezas de nada, era o típico cara do “deixe a vida me levar”. Sempre se movendo para frente sem nenhum plano, simplesmente lá. Vivendo. Existindo. 

Estava amanhecendo quando Vivian acordou com um susto com seu celular tocando, obviamente aquilo havia a deixado mal humorada, revirou os olhos e se levantou da cama, ajeitando seu robe. Tinha que se lembrar de sempre colocar o seu celular perto quando fosse dormir. Assim que o pegou, o número era desconhecido, pensou em não atender mas poderia ser importante e como ela ainda não havia criado o dom de adivinhar as coisas resolveu atender. Era de um pessoal de um bar noturno que havia pego os seus contatos na internet e ouvido algumas músicas no youtube. Vivian abriu um sorriso por sua identidade já estar repercutindo na internet mais do que ela esperava. Talvez fosse por sua gravadora lá em Nova York, que ainda estava em processo, mas era um grande passo para a sua vida. Anotou o endereço e disse que lá estaria sem falta no horário marcado. 

Logo entardeceu e Vivian achou que o melhor a se fazer seria começar a se preparar para o pequeno show, ela já estava acostumada, mas tinha um pequeno ritual e em show ou não, gostava de andar impecável. Pesquisou rapidamente o local e viu que não era nada muito chique, assim que terminou, foi fazer uma lista de músicas que tocaria, faria um showzinho acústico. Depois de tomar banho e colocar uma roupa apresentável, ajeitou seu cabelo e sua maquiagem rapidamente e se perfumou, bem na hora certa, pegou a chave do seu carro e foi em direção ao bar. Assim que entrou não viu ninguém conhecido, também não ligou, o bar parecia ser um pouquinho escondido mas até que tinha clientela. 

Subiu ao palco sem hesitar e viu que tudo já estava preparado e os músicos atrás também, falou com os mesmos rapidamente indicando o repertório e se sentou no banquinho onde na frente estava um tripé com o microfone. Vivian deu boa noite aos que lá estavam presentes e disse que começaria com uma música muito importante para ela. Sorriu e começou a cantar, engolindo seco. — Sweet love, sweet love, trapped in your love, I’ve opened up, I’m sure I can trust, my heart and I were buried in dust, free me, free us… — Vivian havia decidido que seus próximos shows começaria com essa música, e sabia que cantava com a alma e pedia por tudo para não chorar, seus flashs com Josh era inevitável, mas ele era inevitável. — You’re all I need when I’m holding you tight, if you walk away I will suffer tonight, I found a man I can trust, and boy, I believe in us, I am terrified to love for the first time, can you see that I’m bound in chains? I’ve finally found my way, I am bound to you, I am bound to you, so much, so young I’ve faced on my own, walls I built up became my home, I’m strong and I’m sure there’s a fire in us, sweet love and so pure, I catch my breath with just one beating heart, and I brace myself, please don’t tear this apart, I found a man I can trust, and boy, I believe in us,  I am terrified to love for the first time, can you see that I’m bound in chains? I’ve finally found my way, I am bound to you, I am bound to you, suddenly the moment’s here, I embrace all my fears, all that I have been carrying all these years, do I risk it all ? Come this far just to fall ? Fall, I’ve entrusted boy, I believe in love,  I am terrified to love for the first time, can you see that I’m bound in chains? I’ve finally found my way, I am bound to you, I am bound to you, I am, Ooh, I am, I’m bound to you... — Assim que ela parou de cantar as lágrimas já haviam invadido todo o seu rosto, Vivian sorriu quando todos aplaudiram e saiu do banco, pegou um lenço e enxugou as suas lágrimas, não queria que a maquiagem ficasse borrada. Quando se virou viu Reed, deu uma piscadinha pra ele e um sorriso um pouco cansado, decepcionado. Sentou novamente e cantou mais umas dez músicas, visto que Reed havia passado o show todo lá, assim que acabou Vivian foi em sua mesa, deu um beijo em sua bochecha e se sentou. — Que surpresa Reed. — Disse com um sorrisinho. 


isabelaecheverri:

lips on We Heart It - http://weheartit.com/entry/50336526/via/IsabelaEcheverriG

My lipstick on your lips. 



Viagem cansativa, mas….


Black widow. 


Solving a problem. || @Joshian

the-king-josh:

Josh a encarou, cansado daquela infantilidade. - E você?! Sempre se fazendo de “A garotinha forte”, mas na verdade sabe o que é! Uma fraca que desaba ao ouvir umas palavras duras. Uma simples garotinha indefesa que se acha melhor que os outros. Quer a verdade?! Não é! Primeira das sereias… Grande merda. Você nunca saberá o que é força, nunca passou por dificuldades a não ser quebrar sua unha. E não vem com o papo de “Ah, eu não tenho pai”. Eu matei o meu! - respirou fundo e ajeitou as roupas. Graças à uns favores à uma mulher estranha conseguiu um feitiço para continuar com as roupas mesmo depois da transformação - Você tem medo. Ninguém te enfrenta, mas ninguém sabe quem verdadeiramente é. E não adianta vim com suas respostinhas afiadas e tolas, tentando dar um corte em mim. Sabe que digo a verdade. - no começo ele gritava, agora suas palavras voltavam a ser frias e seu rosto duro e severo. Endireitou a coluna e fechou os olhos. Os abriu devagar e dirigiu-se à ela - Durante minha vida, passei por muita coisa, que me tornou quem eu sou. Eu aprendi que para ser forte é necessário ser mau e impiedoso. Emoções são algo inútil que apenas nos atrapalha em nossos caminhos. Não ligo para você Vivian. E por favor, não venha com uma de que me importo pois se não, não estaria falando isso. Eu falo, mas não porque me importe mas porque acho necessário. Te salvei por impulso, uma luta me anima. Se começar com eu te salvei pois me importo pode parar com esse egocentrismo absurdo. Nem tudo gira em torno de você, na verdade, é insignificante na minha vida. Então o que aconselho é que fique longe de mim. Já matei tanta gente quanto 10 cemitérios podem suportar. Não hesitarei em faze-lo com você se for preciso. Vá para sua casa, continue pintando as unhas ou sei lá. Essa vida não é para você. Agora, se tem algo a dizer, e algo sério, algo que não seja uma cortada imbecil, diga, ao contrário. Vá embora. -

Esperava uma resposta com a mesma cara severa, de um pai nervoso, repressor, ou até mesmo o líder de uma gangue para quem deve dinheiro. Sua calma no final das palavras era impressionante. Parecia um daqueles ninjas que se vê em todo lugar hoje em dia. Mas ele não tinha tempo para essa besteirada de ninja. Tinha planos. Sairia de Klamath Falls e iria para o interior do Texas onde tinha uma fazenda. Planejava estabelecer-se criando gado, para no futuro ir até o Japão vingar-se de Hashirama, um poderoso homem da criminalidade do país. 

Quando Josh começou a falar, Vivian engoliu seco e parou de andar, fechou os olhos e respirou fundo, tava difícil, muito difícil. Se virou e levantou a cabeça, continuando com a postura de sempre apesar de estar um pouco tonta e ainda por cima com os cabelos se tornando avermelhados. Era incrível como Josh era o único que falava todas aquelas coisas para ela, e doía, caramba, doía muito. Engoliu seco mais uma vez, as palavras dele faziam total sentido. Vivian continuou o encarando e fechando os olhos de vez em quando, quando a voz dele se alterava ainda mais, fazendo com que ela tivesse uns reflexos se inclinando para trás. Ouviu tudo o que ele ia falar e assim que ele terminou com um ”Eu matei o meu.” ela se chocou. O que não era pra ter acontecido, já que ela sabia muito bem do que ele era capaz depois de tentar matá-la. Ele tinha razão, Vivian era uma farsa porque ele já tinha matado várias pessoas e ela sendo durona como fosse, jamais teria coragem de matar alguém. Ela se tocou e muito, já que sentia falta do pai, da mãe, de todos, já que era sozinha. 

Quando ia levantar a voz para falar, viu que Josh não deu abertura e continuou dizendo o que achava, enquanto Vivian se perdia em seus pensamentos, sua boca não parava de falar, e Vivian foi abaixando o olhar, e então fechou os olhos por completo, cada palavra que saia ela tinha vontade de vomitar, estava bastante tonta, ia se segurar, começou a respirar fundo, Josh tinha lavado a sua boca em algum rio ou poça, esperava que fosse próxima já que não estava com condições de juntas forças para tirar das plantas, e não queria muito menos matá-las. As águas se levantaram e foram em direção a Vivian que permanecia com os olhos fechados juntamente com os punhos. A água em um formato perfeito escorreu por seus cabelos sem molhá-los e curou imediatamente o ferimento externo, levando com ela o sangue e deixando o cabelo dela loiro novamente, dentro sua cabeça doía, mas pelo menos não tinha o ardor do externo, agora, pelo menos poderia focar mais na situação que acontecia ao seu redor. 

Assim que ele terminou com um ”Vá embora.” Vivian sorriu. Olhou para frente e foi andando, parou e voltou, ficou cara a cara com ele e começou a falar em um tom mansinho, de quem não estava preocupada, de quem reconhecia e não era aquela durona, de quem não iria alterar a voz se era aquilo que ele desejava. — Você tem razão. — As primeiras palavras foram ditas suavemente. — Não vou discutir com você, nem te dá qualquer tipo de corte, desta vez eu estou abrindo a boca pra dizer que você está certo. — Sorriu. — Eu tenho dezenove anos, eu realmente sou uma garotinha por mais que não queira admitir, na verdade, eu não gosto disso, as vezes sinto que é uma parte boa de mim. Eu não sou ruim, Lyons. Quem me conhece sabe muito bem como eu sou. Sou indefesa, não pela parte sobrenatural pois eu sei que perto das minhas águas os lobisomens perdem a força, sou indefesa porque eu sou sozinha e qualquer coisa me atinge, eu me sinto melhor me sentindo poderosa, se você é sozinho e acha isso legal, eu respeito, vai da personalidade de cada um. Eu amo ser a primeira das sereias e não fui escolhida a dedo, e sim é hereditário, por mais que todos achem que não, eu tento levar uma vida normal. Vadia? Nunca precisei de hipnose para atrair ninguém, passo madrugadas estudando, dias estudando quando eu poderia estar simplesmente conseguindo tudo de mão beijada. Minha voz é um dom, uma pena caso você não tenha ouvido a música que eu fiz para você, muito menos o que eu falei antes. Mas as vezes eu vejo que temos que nos sacrificar, pois estávamos no local errado e na hora errada, nunca pretendi te conhecer e pode ter certeza que me arrependo pois você ainda não me acrescentou em nada. – Respirou fundo e não quis falar sobre o pai, não estava discutindo apenas esclarecendo algumas coisas muito calmamente. – Não sei se percebem mas eu tento ser normal, eu não quero ser melhor que as pessoas, elas simplesmente me forçam a isso, ou elas mesmas sem perceber me dão isso. – Soltou um risinho. – Se eu falo coisas que as machucam, é porque tem um fundamento, aconteceu algo pois tocou. – Mordeu o lábio inferior. – Você não se importa e não, não se preocupe que eu não quero me convencer de que você se importa, e tudo bem, eu ficarei longe de você, não por medo de você me matar, pois você não vai, mas porque é melhor para mim. Eu não pretendo ficar aqui fazendo discursos e mais discursos, eu só quero te fazer uma pergunta. – Parou de falar e deu um passo mais pra frente o encarando ainda mais. – Por que se importa, Josh?  – Falou séria e se virou. Aquela pergunta tinha ido de encontro a tudo o que ela tinha falado sobre saber que ele não se importava e não convencê-lo do contrário, ela não queria que ele se alterasse, mas ele havia falado tanto de se importar, que estava na casa. Então Vivian fez a pergunta da qual ele estava visivelmente fugindo.


dirrtylady:

{Christina Aguilera ♥}


(Finalização) Commemoration || @Vivian x Amber

n-otadamselindistress:

Amber agora estava bastante confusa. Em poucas semanas, aquilo tinha sido informação até demais de uma vez. Existiam mais lobos. Existiam bichos esquisitos e loiras sanguinárias que provavelmente eram vampiros. O que era aquela mulher? Uma fada madrinha ou algo do tipo?Era estranho, pois quando ela falava Amber se sentia persuadida a obedecer ou concordar. Apenas sua grande força de vontade e personalidade bastante presente a impediam  de seguir aquelas palavras cegamente. - Eu, hm… - ela não soube bem o que dizer. - Não estou entendendo nada. - confessou, suspirando e se virando de volta, jogando-se cansada na cadeira onde estivera. Se ela não falasse nada, deixaria de ganhar muito. Nunca saberia o que queria fazer. Podia não encontrar outra oportunidade assim nunca mais. Se falasse, bem, podia por sua identidade e pensamentos muito à vista. De qualquer modo, a loira conseguiria descobri-los, então seria melhor que  Amber falasse de uma vez. Seria um rico que estava disposta a correr.

- Como disse, sou nova por aqui. Tem um mês, talvez menos, que cheguei. - suspirou. Vivian… Não havia ouvido o nome até então. Talvez ela fosse um pouco menos famosa do que pensava. Por enquanto. - E agora vai gravar um CD. - relembrou. A loira gostava de falar, pelo jeito. - Deus me livre desse tipo de perseguição. - revirou os olhos, brincando. Ela tentou não rir quando ela disse que não mordia. Bem, Vivian podia ser muito bem uma vampira. - Não tenho tanta certeza. - deu de ombros. Ela disse sutilmente, mas ficou claro que o que ela queria dizer era “Não confio em você”. - Então cuidado, eu mordo. - o tom foi levemente ameaçador. Era apenas pedindo para que mantivesse a distância e respeitasse seu espaço. Ela provavelmente havia entendido.

- Sinceramente, você está me deixando mais confusa do que eu já estava. - espécies? de que espécies ela estava falando? - Sinceramente, a uma semana eu era a única… - hesitou. Bem, Vivian já sabia, mas ela baixou o tom de voz mesmo assim. - lobisomem, no meu “mundinho”, digamos assim. Agora fui abordada por um louco que me enxerga como loba, uma loira assassina que queria sugar meu sangue - ela tocou o curativo na mão direita, lembrando-se do último tiro que levara. - e agora, você. Se puder me explicar alguma coisa, qualquer coisa, eu agradeço. Se não, posso conseguir outras fontes. - ela não tinha certeza da última parte, mas disse com tamanha determinação que acabou quase acreditando.

Vivian revirou os olhos e soltou uma risadinha quando ela disse que não estava entendendo nada. Parecia um pouco lenta e Vivian estava tentando se descontrair por causa do tamanho da sua felicidade, mas não podia esquecer de que sua personalidade não a permite ter tanta paciência assim, mesmo que quisesse. 

Prestou atenção no que Amber dizia sobre ser nova, como havia dito anteriormente e foi respondendo tudo o que Vivian lhe falava por partes. Primeiro a gravação do cd, Vivi permaneceu imóvel. Depois a parte da perseguição, ela esticou com muito esforço os lábios e logo voltou ao normal, a parte de não morder e que ela não tinha tanta certeza fez Vivian arquear a sobrancelha, ainda séria. Logo após veio um ”então cuidado, eu mordo.” Aquilo havia soado como uma ameaça? Aaaaah não. Aaaaah não. Sério? Vivian gargalhava por dentro e não se conteve e o externo começou imitar o interno. Logo sua gargalhada cessou e Vivian a encarou com expressão facial totalmente irônica. 

Já havia falado demais e sabia disso, tudo bem, ela era nova e queria saber das coisas, mas parecia querer saber de mais e Vivian não costumava depositar confiança em qualquer pessoa do nada. A garota foi falando sobre Vivian que a deixava confusa. A mesma soltou um sorrisinho como se dissesse. ”Bom, esse é o meu objetivo.” e continuou atenta. Sorriu mais ainda quando a garota falou ser uma lobisomem, era como se Vivian soubesse que ela era uma sobrenatural e tivesse blefado sobre ela ser uma lobisomem e bem, ela tivesse caído. Deveria ganhar um prêmio de persuasão sem precisar usar seus poderes e outro por conseguir informações.Quando a garota finalmente parou de falar. Vivian segurou nas mãos dela e sorriu. Deixou os olhos bastante alarmados em um tom de perigo e continuou. — Depois de você falar isso tudo, eu só te digo uma coisa: Ameaça para a pessoa errada. Cuidado, não prometemos coisas que não podemos cumprir. — Vivian se referia a mordida, pois obviamente Amber não conseguiria fazer isso. Parecia ser uma novata no ramo ”lobisomístico” e bom, essas daí Vivian derrubava rapidinho. 

Se levantou rapidamente e segurou a sua bolsa, a abriu e deixou cinquenta dollares na mesa, deu um sorrisinho para Amber. — Quanto ao lhe dar alguma informação, eu posso te dizer que: Você só é um pouco lerda, mas com o tempo pode conseguir juntas as peças. E legal que você tenha fontes, é sempre bom andar com alguém mais sábio que você. —  Sorriu e foi andando em direção a porta, tinha muita gente para dar a notícia e estava animada, já havia perdido muito tempo com quem não merecia a sua atenção. — Ah, fica com o troco. Cortesia do meu humor. — Falou e continuou a andar “saltitante”.


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